Como podemos nos arvorar por filhos de Deus, só porque uma determinada instituição, seita, religião, fraternidade, seja lá, o que nos classificou assim aqui no planeta terra. É muito complicado para quem pensar mesmo com um pouco de lógica imaginar que quem não consegue se situar num tão grande e complexo universo e por tão pouco que o conhecemos, possa se sentir em condição de ser elevado a categoria de filho de Deus. Pelo menos da forma que apresentam o tal filho. Ora elevado a essa categoria. Por termos entidades terrenas, tão terrenas! que se limitam a questões temporais como, Patentes e classificações, nomes e posições que nos possam deixar na frente dos outros. Que nos tragam vínculos com que é superior e nos possam deixar sobre sua proteção ou sobre sua supervisão. Deixando bem claro que nós os melhores estamos sobre uma maior aproximação com o que possa parecer de maior ou mais poderoso. Assim vivem os humanos ainda propensos a honrarias e satisfações egoisticas arvorando-se por ai a fora, que está melhor assessorado. Esta ou aquela religião ou seja lá qual for a denominação, deixou-me entender que desta ou daquela maneira estarei mais próximo do todo poderoso. Acho que esta questão de ser ou não ser, estar ou não estar bem com o supremo sentimento de liberdade de conciencia que é a divindade em nós, não cabe a fulano ou Sicrano, A ou B decidir. Este deve ser um estado de graça permanente que irá acompanhar o individuo por um estado de natureza. Ele(a) é assim. É um ser que por sua total consiencia, prova não mais ser deste mundo, ou do mundo em que estiver no momento. Seus atos são super consientes, suas decisões devem sempre ser de uma forma económica, visando estabelecer equilíbrio não só no ponto que possa ter sido colocado em questão, mas visando sempre estabelecer uma ordem sem falhas e visando o futuro de todos que precisarem ter aquele ponto como referencia. Este sim, poderá ser considerado um filho de Deus. Nem os bonsinhos, nem os religiosos, nem os pregadores, nem os fanáticos que dizem ser por Deus. Mas somente os equilibrados pacíficos e justos, devem ser considerados como tal. Assim como Jesus. nota do autor: ( Filhos de Deus todos nós somos, pois viemos da mesma fonte e tendemos para o mesmo propósito que é a elevação a condição de co-criadores com o todo poderoso.)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Filhos de Deus em busca da maturidade.
Como podemos nos arvorar por filhos de Deus, só porque uma determinada instituição, seita, religião, fraternidade, seja lá, o que nos classificou assim aqui no planeta terra. É muito complicado para quem pensar mesmo com um pouco de lógica imaginar que quem não consegue se situar num tão grande e complexo universo e por tão pouco que o conhecemos, possa se sentir em condição de ser elevado a categoria de filho de Deus. Pelo menos da forma que apresentam o tal filho. Ora elevado a essa categoria. Por termos entidades terrenas, tão terrenas! que se limitam a questões temporais como, Patentes e classificações, nomes e posições que nos possam deixar na frente dos outros. Que nos tragam vínculos com que é superior e nos possam deixar sobre sua proteção ou sobre sua supervisão. Deixando bem claro que nós os melhores estamos sobre uma maior aproximação com o que possa parecer de maior ou mais poderoso. Assim vivem os humanos ainda propensos a honrarias e satisfações egoisticas arvorando-se por ai a fora, que está melhor assessorado. Esta ou aquela religião ou seja lá qual for a denominação, deixou-me entender que desta ou daquela maneira estarei mais próximo do todo poderoso. Acho que esta questão de ser ou não ser, estar ou não estar bem com o supremo sentimento de liberdade de conciencia que é a divindade em nós, não cabe a fulano ou Sicrano, A ou B decidir. Este deve ser um estado de graça permanente que irá acompanhar o individuo por um estado de natureza. Ele(a) é assim. É um ser que por sua total consiencia, prova não mais ser deste mundo, ou do mundo em que estiver no momento. Seus atos são super consientes, suas decisões devem sempre ser de uma forma económica, visando estabelecer equilíbrio não só no ponto que possa ter sido colocado em questão, mas visando sempre estabelecer uma ordem sem falhas e visando o futuro de todos que precisarem ter aquele ponto como referencia. Este sim, poderá ser considerado um filho de Deus. Nem os bonsinhos, nem os religiosos, nem os pregadores, nem os fanáticos que dizem ser por Deus. Mas somente os equilibrados pacíficos e justos, devem ser considerados como tal. Assim como Jesus. nota do autor: ( Filhos de Deus todos nós somos, pois viemos da mesma fonte e tendemos para o mesmo propósito que é a elevação a condição de co-criadores com o todo poderoso.)
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